domingo, 24 de setembro de 2017

Abertura do Exercício Felino - 2017

Ocorreu no dia 18 de setembro no Pátio Marechal Mascarenhas de Morais, a formatura de abertura do Exercício Felino 2017.
A solenidade contou com a presença do Maj Brigadeiro Hudson Costa Potiguara, Subchefe de Operações do Estado Maior Conjunto das Forças Armas; do Maj Brigadeiro Ricardo Cesar Mangrich, Chefe do Estado Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais; do Gen Div José Eduardo Pereira, 1º Subchefe do Comando de Operações Terrestres; do Gen Bda Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves, Comandante da AMAN e do Gen Bda Carlos Andre Alcântara Leite,Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth).
Participaram da formatura, as delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Brasil, países participantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Os Exercícios da Série Felino são planejados para um ciclo de adestramento de dois anos. No primeiro ano é realizado no formato Exercício na Carta e no segundo com Forças no Terreno, em sistema de rodízio entre os países da CPLP.
Esses Exercícios têm como objetivo a preparação de uma Força Tarefa Conjunta Combinada (FTCC) no âmbito da CPLP, para atingir, manter e aperfeiçoar a capacidade de intervenção em missões de paz e de ajuda humanitária.
Este ano o exercício desenvolvido, está sendo no Brasil, utilizando instalações e áreas do campo de instrução da Academia Militar das Agulhas Negras em Resende - RJ.
Após a formatura de abertura, o Gen Costa Neves, Comandante da AMAN, realizou uma palestra para os militares participantes do Exercício Felino, onde apresentou um pouco da história da Academia e as características da formação do oficial de carreira da linha de ensino militar bélica, destacando os desafios de formar os futuros lideres aptos a atuarem em um ambiente operacional contemporâneo. Apresentou também as modernas práticas de ensino adotadas pela Academia, como as metodologias ativas de aprendizagem.
Ao final da sua apresentação o Comandante da AMAN ressaltou que, apesar da utilização de modernos meios de ensino e de instrução, o mais importante na formação do futuro oficial são os valores e as tradições cultuadas, que bem são explicitadas pelo Código de Honra do Cadete do Exército Brasileiro – “Ser Cadete é cultuar a verdade, a lealdade, a probidade e a responsabilidade”.
http://www.aman.eb.mil.br/noticias/comando-da-aman/abertura-do-exercicio-serie-felino-2017

Os últimos soldados da paz no Haiti - Emocione-se

Os últimos meses dos soldados do Brasil no Haiti são narrados no vídeo final da série sobre o término da Missão das Nações Unidas pela Estabilização no Haiti (MINUSTAH).



ANIVERSARIO DE AMIGOS - TEN R/2 AGNALDO FEITAL




segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Cel Muniz Costa - Do que falou o General

A balbúrdia política que tomou conta do Brasil é tão grande que prejudica até a compreensão de fatos evidentes que dizem respeito a todos nós. Parece que há no País um default de bom senso e conhecimento.
Quando um ex-presidente prega, em seu exclusivo benefício, uma eleição que não está prevista em lugar algum da Constituição, simplesmente para confrontar a Lei que ele violou, a ideia toma foros de legitimidade e os golpistas por natureza comemoram.
Quando se levantam os protestos contra um presidente no exercício do mandato que tenta levar generais ao Planalto para lhe emprestarem solidariedade contra um outro poder constituído, as vivandeiras profissionais fazem cara de paisagem.
Mas quando um general de quatro estrelas afirma que o Exército tem planejamentos para atuar na eventualidade de uma falência das instituições nacionais, em um momento que o País enfrenta a mais grave crise em mais de cinquenta anos, as cassandras do pseudolegalismo se agitam.
E aí entra em ação o velho esquema movido a má fé e ignorância que se vale de desgastados clichês para fazer crer que os generais ameaçam a democracia e o Estado de Direito. 
Será? Antes de mais nada, é bom distinguir quem ameaça o quê.

De que generais precisa o Brasil?
Dos que empoleirados no poder calam e consentem ante um quadro de flagrante deterioração social e política do País? E que, anônimos e serviçais, ainda por cima criticam os que, por fé de ofício, posicionam-se diante desse quadro?
Ou o Brasil precisa dos generais que dizem o que a Nação espera ouvir: que, na hipótese de persistir a degringolada política e institucional do País, o Exército atuará de acordo com suas responsabilidades constitucionais, segundo um estudo de situação continuamente atualizado e um planejamento consistente? E que, movidos pelo dever, o fazem desassombradamente?
Persiste em largos segmentos da sociedade brasileira o desconhecimento sobre o Exército e o seu papel. Tanto daqueles que vêm pregando uma intervenção à revelia dos poderes constitucionais, quanto dos que pretendem que ele se quede mudo e omisso diante da falência desses mesmos poderes.
Mas uns e outros podem guardar suas faixas e apitos, por que não vai acontecer nem uma coisa e nem outra.
O Comandante do Exército, o General Mourão e outros chefes militares têm falado a mesma coisa: que o Exército atuará sempre de acordo com suas missões constitucionais, orientando-se em meio a essa grave crise pelos princípios da legitimidade, legalidade e estabilidade.
Que a situação é grave ninguém de bom senso e minimamente informado desconhece ou nega. Mas o que parece não estar sendo percebido pela sociedade é a extensão e agudeza dessa gravidade.
Existem interesses nacionais de grande relevância para a sociedade brasileira que não podem ser comprometidos diante de um apagão institucional.
O mais crítico, neste momento, é o da segurança, já em colapso no Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas não vêm recebendo os recursos orçamentários mínimos para cumprir suas missões, ou pior, estão sendo colocadas à disposição de quem não tem competência alguma para empregá-las.
E diga-se, como em outras áreas públicas, recursos em montante inferior ao encontrado no apartamento de um único corrupto, o que suscita a hipótese de o crime no Brasil dispor de mais poder e recursos do que as instituições que defendem o Estado, a sociedade politicamente organizada, no caso, todos nós.
Mas se no Rio de Janeiro e em outros Estados as ameaças já são dramáticas, existem outras, menos visíveis, mas nem por isso menos importantes, que atingem a soberania, a incolumidade do patrimônio nacional e a paz social, todas inalienáveis.
O Estado de um país com o tamanho, a complexidade e a importância do Brasil não pode entrar em colapso ou ser capturado por interesses não nacionais.
Essa hipótese existe? Existe sim.
O General Mourão não precisa de intérpretes ou defensores. Nem ele falou em nome do Exército, que só se manifesta pela voz de seu Comandante. Para entender as manifestações das Forças Armadas é preciso estuda-las e compreende-las, como instituições, nas suas estruturas, culturas e missões.
As palavras do General Mourão expressam uma unanimidade do Alto Comando em torno do compromisso da instituição Exército com o Brasil. Há décadas, as Forças Armadas brasileiras não trabalham com hipóteses, mas sim com capacidades.
E o general falou da capacidade do seu Exército, do meu Exército, do nosso Exército - instituição nacional, regular e permanente, organizada com base na hierarquia e disciplina - atuar na defesa da Pátria e como última barreira na manutenção da Lei e da Ordem.
Para decepção de golpistas, vivandeiras e cassandras, o general falou do Exército que o Brasil tem.

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - ELIANE LIMA MENINI




sábado, 16 de setembro de 2017

EXÉRCITO - Destaques da semana - 11 a 15 de setembro



Histórias do Brasil no Haiti - "O Dia do Terremoto"


O penúltimo episódio da série "Histórias do Brasil no Haiti" fala do dia do terremoto, 12 de janeiro de 2010, pelos relatos do Coronel Azevedo, um dos sobreviventes do desabamento da sede da ONU, e do Brigadeiro Mozart, piloto escalado para conduzir a tropa brasileira num voo que acabou não chegando à capital haitiana.


ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - TEN R/2 MÁRIO MARTINS





sexta-feira, 15 de setembro de 2017

CAMPANHA PARA LEVAR A BANDA BRAZILIAN PIPER AO CHILE - VAMOS AJUDAR


Caros amigos, 

      Nas últimas semanas eu divulguei a participação da banda de gaitas de fole Brazilian Piper no programa do Luciano Huck (link acima) e acredito que muitos tenham assistido. Recebi várias mensagens e sei que muitas pessoas, que conhecem a banda ou não, se emocionaram com a história dos "meninos gaiteiros de São Gonçalo". 

Tenho apoiado a "nossa banda" dentro das minhas possibilidades, apesar de estar bem longe, aqui nos EUA. Mas todo o mérito cabe ao Maestro J. Paulo, oriundo na nosso glorioso Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil. Ele tem se dedicado há mais de 15 anos a manter um projeto social praticamente sem patrocínios, sem muitos apoios e, acreditando em um sonho, está batalhando para levar esses jovens e meninos moradores de São Gonçalo - RJ para um evento internacional no Chile. 

A vitória no programa do Luciano Huck foi muito grande, representando R$ 30.000,00 para pagar parte das despesas de levar 30 jovens músicos ao Chile para representar o nosso Brasil, o estado do Rio de Janeiro e a cidade de São Gonçalo em um evento internacional importante. 


Mas, na verdade, a banda ainda precisa de mais apoio financeiro, pois, além das passagens aéreas, há despesas de alimentação, documentos, hospedagem, uniformes, instrumentos, seguro saúde, uniformes, etc.


Gostaria de solicitar aos meus amigos a possibilidade de continuarmos a buscar apoio financeiro junto a outros amigos e, se possível, contribuir com recursos que podem ser depositados na conta abaixo (qualquer valor será importante para os meninos): 

- Associação dos Gaiteiros Brazilian Pipers
  - CNPJ: 20.725.704/0001-39
- Banco Bradesco – Agência 0543 - Conta:  13621-2

As contribuições podem ser anônimas ou identificadas e mais informações podem ser obtidas no site da banda: www.brazilianpiper.com.br   

  Que Deus retribua a todos que já colaboraram ou venham a colaborar. 

  Muito obrigado, 

Luciano Lima - Cel Art

Nota do editor: Conheci a banda Brazilian Piper na época em que o chefe e amigo, Cel Luciano Batista de Lima,  comandou o 21º GAC , em Niterói/RJ.

É um trabalho social fantástico desenvolvido pelo suboficial da Marinha, J Paulo, e sua família.

A banda estará em breve em Juiz de Fora para uma apresentação na 12ª CSM, informação esta que recebi do presidente da Associação de Oficias da Reserva do Exército, seção Juiz de Fora, Ten Mauro Lúcio.

Amigos, vamos nos mobilizar e ajudar para que estes jovens possam viajar ao Chile representando nosso País.

Faço minhas as palavras do Cel Lima, quem puder colaborar que o faça já.

Muito obrigado.

OITO ANOS SEM O AMIGO E IRMÃO TEN R/2 ENÉIAS CORNÉLIO DOS SANTOS FILHO




NESTE DIA 15 DE SETEMBRO FARIA MAIS UM ANIVERSÁRIO, SE NÃO NOS TIVESSE DEIXADO TÃO PREMATURAMENTE, NOSSO AMIGO, COMPANHEIRO E IRMÃO DE FARDA TEN R/2 INF ENEÍAS CORNÉLIO DOS SANTOS FILHO.


TEN ENÉIAS FOI NOSSO DIRETOR QUANDO CRIAMOS E FUNDAMOS A ASSOCIAÇÃO JUIZ-FORANA DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO, NOSSA AMADA AJOREx, HOJE AORE/JF.


SEMPRE PRESTATIVO E AMIGO, APOIANDO, AJUDANDO, TOMANDO PARA SI AFAZERES QUE NEM ERAM DE SUA PASTA, TUDO COM A INTENÇÃO DE ENGRANDECER NOSSA ASSOCIAÇÃO.


MAS DEUS ACHOU QUE ELE SERIA MAIS ÚTIL A SEU LADO E O LEVOU DE NOSSO CONVÍVIO HÁ OITO ANOS. QUANTA FALTA NOS FAZ ESTE SAUDOSO AMIGO E IRMÃO.


A NOSSA TRANQUILIDADE E RESIGNAÇÃO É QUE ELE ESTÁ OLHANDO POR TODOS NÓS AO LADO DE DEUS, CUIDANDO DE NOSSOS CAMINHOS E DE NOSSAS ALMAS.


MUITAS SAUDADES DE VOCÊ AMIGO TEN ENÉIAS.






1º TEN R/2 ART LUIZ EDUARDO DA SILVA SCHMITZ
1º PRESIDENTE DA AJOREx (AORE/JF)

PARA FRENTE E PARA O ALTO. MONTANHA!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Mulheres acusadas de encomendar morte de militar vão a julgamento


As acusadas de encomendar a morte do tenente-coronel do Exército Sérgio Murillo de Almeida Cerqueira Filho são julgadas nesta segunda-feira (11/9) no Tribunal do Júri em São Sebastião. Cristiana Maria Pereira Osório Cerqueira e Cláudia Maria Pereira Osório eram, respectivamente, esposa e cunhada da vítima. As duas respondem por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e uso de meio que dificultou a defesa da vítima, pelo uso de arma de fogo e restrição de liberdade. O crime foi registrado em maio de 2015.


O julgamento começou por volta das 11h. O tenente-coronel foi morto após uma simulação de sequestro relâmpago. Sérgio Cerqueira e a mulher visitavam um casal de amigos na residencial da 208 Norte, quando foram abordados por quatro bandidos. O grupo colocou o militar no carro e arrancou. A mulher dele ficou para trás e teria pedido socorro no edifício. Cinco horas após o sequestro, o corpo de Sérgio Cerqueira foi encontrado no Núcleo Rural Agulhinha, em São Sebastião.

No mesmo dia, a Polícia Militar prendeu um adulto e apreendeu um adolescente. Os dois, que eram receptadores do carro roubado, passaram informações sobre os outros criminosos. Em seguida, a Polícia Civil localizou os quatro suspeitos, que foram encaminhados à Delegacia de Repressão a Sequestro (DRS). Doze horas após o tenente-coronel do Exército ser morto com um tiro na têmpora, Cristina Osório Cerqueira lamentou nas redes sociais a morte do marido. Pouco tempo depois, no entanto, ela foi presa com a irmã, ambas acausadas de terem tramado a morte do oficial.

Segundo o inquérito, Cristiana e Sérgio Cerqueira estavam em processo de separação. Ela não aceitava a situação e temia perder o padrão de vida, segundo o relato de familiares e de policiais. A mulher teria contratado criminosos para assassinar o marido, com o objetivo de herdar uma pensão militar de aproximadamente R$ 10 mil.

Outros acusados


Em setembro passado, o processo sobre a morte do oficial foi desmembrado em relação a outros quatro acusados de executar o crime. Em fevereiro deste ano, eles foram julgados e condenados pelo Tribunal do Júri de São Sebastião, pelos crimes de homicídio e furto qualificado, pelo fato de terem substraído o carro e outros objetos da vítima.
 
Leandro Ceciliano Martins, que atirou contra o oficial, foi condenado a 16 anos e três meses de reclusão. A Justiça também arbritrou as penas de nove anos e seis meses para Lorena Karen Custódio Santana, de 14 anos e dois meses de reclusão para Jorge Alencar da Silva e de 21 anos e sete meses para Rodrigo Costa Sales da Paixão.

A Justiça também deixou estabelecido, para todos, o regime fechado para o cumprimento de pena privativa de liberdade e a impossibilidade de substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito ou a suspensão condicional da pena.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/outros/ultimas-noticias/63,37,63,46/2017/09/11/interna_cidadesdf,624901/mulheres-acusadas-de-encomendar-morte-de-militar-vao-a-julgamento.shtml

Militar que foi licenciado por incapacidade e seguiu trabalhando civilmente responderá ação por improbidade administrativa

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) deu provimento à apelação do Ministério Público Federal (MPF) e determinou que a Justiça Federal de Uruguaiana (RS) receba ação de improbidade administrativa contra um ex-militar que se licenciou do Exército alegando incapacidade, mas seguiu trabalhando em empresa própria. O recebimento da denuncia havia sido negado sob o entendimento de que as provas eram insuficientes. A 4ª Turma, entretanto, decidiu que há indícios que devem ser investigados.
Em 2004, o ex-militar sofreu uma lesão no joelho e foi afastado temporariamente do serviço. No mês de agosto de 2007, foi considerado apto para voltar ao trabalho. No entanto, em março de 2008, ingressou com pedido de antecipação de tutela, requerendo a reintegração com a concessão de licença para tratamento de saúde, afirmando que ainda sentia dores no joelho. O pedido foi deferido em abril do mesmo ano.
O MPF relata que o ex-militar trabalhou numa empresa, onde realizava instalações de antenas externas e concluiu o curso de Educação Física no Instituto de Porto Alegre da Igreja Metodista (IPA) no período em que recebia remuneração do Exército e estaria afastado.
O autor alega que o servidor teria induzido a erro o Juízo concessor da medida antecipatória, ao alterar deliberadamente a verdade dos fatos, ocultando seu real estado de saúde de plena aptidão para o trabalho. Então, o MPF ajuizou ação de improbidade administrativa na 2ª Vara Federal de Uruguaiana e solicitou também a indisponibilidade dos bens do réu, a fim de assegurar o ressarcimento do alegado dano ao erário e o pagamento da multa civil prevista em lei.
O pedido foi julgado improcedente, levando o autor a recorrer ao tribunal. O MPF apelou requerendo a anulação da sentença e recebimento da inicial para o regular prosseguimento da demanda.
O relator do caso, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, deu provimento à apelação do MPF. “Esses fatos são suficientemente sérios e graves para indicar a conveniência de que se prossiga na apuração dos fatos e na instrução probatória, somente ao final decidindo-se se o réu deve ou não ser condenado pela prática de atos de improbidade administrativa, que ao menos em tese parecem indicados na pretensão do Ministério Público Federal”, afirmou o desembargador.
https://www2.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&id_noticia=13135

SALVE 7 DE SETEMBRO! SOMOS UM ! - TEXTO DO GEN R/1 MARCO ANTONIO FELÍCIO

                                                                                                 

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”

Gen Marco Antonio Felício da Silva
                                                
Ao ver a tropa desfilando marcialmente e o ecoar do dobrado militar, assaltou-me a emoção de ver que a chama sagrada que representa a essência e a alma do Exército Brasileiro e das demais FFAA, embora as agruras atuais, continua viva e brilhante, pois, “Somos Um!” Somos coesos, “Somos Um” na defesa da Independência do Brasil e dos interesses nacionais.

Sim, somos um só, somente um. Somos o Exército de Guararapes e da nacionalidade, o Exército de Caxias, o Exército de 35, o Exército da II GG, o Exército da Contrarevolução de 64, o Exército de hoje e de amanhã, Braço Forte, Mão Amiga da Nação brasileira.

Exército, antes de mais nada, Povo, que serve, prioritariamente, a sua Pátria, defendendo a soberania da Nação. Presentes no ar, no mar, nos rios e nos quatro quadrantes desta terra abençoada por Deus.

Exército atuante nos mais recônditos locais, em meio às maiores dificuldades, carências e vicissitudes, sem lamurias de seus soldados, prontos a servir e a lutar, não importa o tempo, não importa a hora, traduzindo a grandeza e servidão daqueles que fazem da farda a sua própria pele até a hora da morte.

É o Exercito de Caxias, Sampaio, Mallet, Osório e de tantos outros através dos séculos. Daqueles que amam tanto a sua Pátria a ponto de jurar, frente à bandeira do auriverde pendão, sacrificar a vida por ela se preciso for, a Terra de Santa Cruz, Brasil.

Exército que congrega o índio, o negro, o mulato, o oriental, o branco. Enfim, todas as etnias e cores. Qualquer brasileiro, embora pobre, rico ou remediado, sem qualquer preconceito.

Não interessa! É Ele um soldado. Um Patriota! Rico em deveres, em sacrifícios, em valores e em dignidade, o que reflete em suas atitudes diante das muitas e diferentes responsabilidades que enfrenta no dia a dia, servindo à Nação sem dela se servir, Exemplo relevante atual quando a Nação é traída por elites corruptas, ocupando os poderes da República e levando o País à ruína, Dele, desgraçadamente, somente se servindo.

Soldado muitas das vezes, incompreendido, desvalorizado, mas pleno da gratidão dos muitos que dele recebem o apoio nas horas mais cruéis, seguros pelo Braço Forte e acariciados na dor pela Mão Amiga. Como agradecimento, ainda, recebe, como Instituição, dentre todas as outras, o maior grau de confiabilidade da Nação.

É um Exército forte, com ou sem armas sofisticadas, pois, os seus chefes possuem arma poderosa: o espírito dos soldados que comandam!

É o Exército que não se dobra a doutrinas espúrias, a tiranias insanas, a tresloucados fanáticos como em 35 e 64 e, como agora. à quadrilha de bandidos que se apoderou do governo do País.

Aos bravos combatentes do passado, mortos ou não, a nossa eterna gratidão pelo exemplo que nos legaram de amor à Pátria e à liberdade!

É o Exército do Soldado simples, que não espera riquezas materiais, mas quer viver com dignidade na paz como também, se for a vontade de Deus, com ela morrer na guerra.

Este é o Exército presente na Amazônia, no sertão, nos pântanos, na caatinga, nos pampas, nas montanhas e no litoral, alertando aos incautos que essa Terra é nossa e que, na atualidade, como no passado, na ocasião certa, surpreendendo incrédulos e pessimistas, atuaremos com decisão, respondendo sempre aos anseios, inquietudes e insegurança que possam afligir à Nação.                       

É o mesmo que, através dos tempos e da imensidão deste País, preservou a nossa unidade e a integridade de nosso território. É o Exército de Caxias,sempre vitorioso. 

Somos dezenas, centenas, milhares em um. Seres pensantes, por vezes opiniões diversas, porém, frente às adversidades, “Somos Um!” Unidos na ação, os mesmos valores, os mesmos ideais, o mesmo amor pelo Brasil, solo sagrado, País independente, ontem, hoje e sempre!

SALVE 7 DE SETEMBRO!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Forças Armadas ultimam Exercício Felino 2017


As Forças Armadas dos nove Estados membros da da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) participaram, de 26 a 30 de junho, em Itaipava, cidade da Serra Fluminense, do planejamento final do Exercício Felino 2017, que está previsto ocorrer no próximo mês de setembro, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende, Rio de Janeiro.

O Exercício Felino tem um planejamento bienal, pelo que a corrente 17ª  edição decorreu, em 2016, em Cabo Verde, na modalidade carta e, em 2017, complementa-se com as tropas no terreno. O "objetivo é treinar, de forma conjunta e combinada, a organização, o planejamento e o comando e controle de operações de apoio à paz e de ajuda humanitária, em um cenário fictício. A operação Felino está em sua 17ª edição, sendo a terceira no Brasil", refere o Ministério da Defesa da República Federativa do Brasil. Os últimos ajustes ao Exercício Felino foram realizados numa conferência, no Centro General Ernani Ayrosa, debatendo-se " entre eles, a integração entre cenário e capacidades; o conhecimento de documentos estruturantes e a aprovação do acordo técnico".

Na abertura da conferência as delegações receberam as boas vindas, por videoconferência, do oficial condutor do Exercício, 1º Subchefe do Comando de Operações Terrestres (COTER), general José Eduardo Pereira, que destacou a importância do evento, de acordo com o Ministério brasileiro da Defesa. “É importante acertarmos os detalhes, tirarmos as dúvidas e levantarmos possibilidades de ajustes. Esta reunião sela o acordo que define as atividades que serão realizadas”, finalizou o general José Eduardo.

De acordo a tutela brasileira,  o diretor da atividade, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha), general Carlos André Alcântara Leite, a "integração entre os países da CPLP e o intercâmbio de experiências entre as Forças Armadas possibilita uma significativa troca de conhecimentos.

Nas edições no Brasil, o Ministério brasileiro da Defesa, por meio da Chefia de Operações Conjuntas, é responsável pela coordenação do Exercício Felino, que visa otimizar a capacidade de intervenção da Marinha, do Exército e da Aeronáutica em missões de apoio à paz e ajuda humanitária, em resposta a situações de crise no nível estratégico, operacional e tático.

Os Exercícios Militares Conjuntos e Combinados da Série “Felino”, desenvolvidos no âmbito da cooperação técnico-militar, têm a finalidade de permitir a interoperabilidade das Forças Armadas dos Estados membros da CPLP e o treino para o emprego das mesmas em operações de paz e de assistência humanitária, sob a égide da Organização das Nações Unidas, respeitadas as legislações nacionais.

https://www.cplp.org/id-4447.aspx?Action=1&NewsId=5162&M=NewsV2&PID=10872

LIMPEZA GERAL NO EXÉRCITO – Mais de 500 militares podem perder aposentadoria


Tudo leva a crer que a força terrestre estará realizando uma devassa em reformas concedidas nos últimos anos. A tendência é que, depois do que ocorreu no SUL do Brasil, onde foram descobertas centenas de casos com suspeita de fraudes ligadas á aposentadoria de militares que prestaram serviço temporário, o EXÉRCITO BRASILEIRO e as outras forças realizem um “pente fino” em todo o território nacional. Mais uma vez o Exército brasileiro mostra que está fazendo sua parte, o chamado “dever de casa”.
A operação REFORMADOS descobriu um gigantesco esquema fraudulento no SUL do Brasil e, segundo o próprio Exército Brasileiro, a fraude consistia na apresentação de atestados médicos falsos, que “comprovavam” doenças psiquiátricas e outros artifícios enganosos com o objetivo de iludir as instituições militares.
Os Militares se alistavam para servir como temporários e depois de dar baixa, por meio de advogados especializados, ingressavam com ações para reintegração por motivo de doença, alegando que os problemas de saúde eram relacionados ao serviço executado no Exército Brasileiro. O objetivo era obter a reintegração judicial às Forças Armadas desses militares temporários e depois obter a reforma com recebimento de salários de forma vitalícia.
Vários militares reformados como incapazes definitivamente para o trabalho foram flagrados exercendo atividades remuneradas e sem aparentar qualquer problema de saúde. Um dos militares aposentados por problemas psiquiátricos é praticante de artes marciais, dono de restaurante e tem até carteira de habilitação.
Um escritório de advocacia estabelecido no município de Canoas promovia o suporte para a propositura de ações judiciais que sacramentavam as fraudes. 
“O contingente de reintegrados judiciais no Rio Grande do Sul alcança a cerca de 500 casos, com quase uma quarta parte alegando problemas psiquiátricos, e custa aos cofres públicos aproximadamente R$ 20 milhões de reais ao ano, pagos pelos contribuintes.”, diz uma nota veiculada pelo Exército.
Militar ouvido acredita que a FORÇA deverá tomar maiores precauções a partir de agora que vai aumentar a contratação de militares temporários e diminuir o número de militares concursados, os chamados de carreira. Ele acredita que “Essas pessoas não são militares de carreira… se a operação for realmente estendida e for realizada uma revisão geral em nível Brasil em reintegrações e reformas concedidas, pode-se sim encontrar mais casos, o que  aumentaria bastante esse número inicial.”
Os crimes investigados são estelionato e falsidade ideológica, incluindo encenação de problemas mentais / psiquiátricos perante juntas médicas formadas por militares, propositura de ações com atestados médicos falsos, entre outros possíveis. As investigações seguem para apurar o prejuízo causado e o número de pessoas envolvidas nas fraudes.
Revista Sociedade Militar – Informações colhidas pela equipe e de Nota do EB assinada por General de Divisão  V.S. Andrade
https://www.sociedademilitar.com.br/wp/2017/08/limpeza-geral-no-exercito-mais-de-500-militares-podem-perder-aposentadoria-e-devolver-os-valores-recebidos.html

ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - TEN R/2 SÉRGIO MORAIS