sábado, 7 de fevereiro de 2015

BAILE ENSAIO GERAL DO CARNAVAL

       Na noite da última quinta-feira, no salão social do Esporte Clube São Carlos, foi realizada a primeira edição do baile Ensaio Geral do Carnaval, uma promoção do bloco carnavalesco Tô no Vermelho, realizado pelos amigos Basileu Tavares e Luiz Eduardo Schmitz.

    A noite foi de muita alegria e descontração, reunindo amigos do mundo samba, dirigentes carnavalescos e diretores da Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora, capitaneados por seu presidente Jair de Castro.

    A animada noite contou com a participação especial da corte real do carnaval de Juiz de Fora 2015 e do secretário de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora, José Sóter de Figueirôa Neto, representando o prefeito Bruno Siqueira, acompanhado de sua esposa Ana Paula Brandão.

    O toque musical da noite foi dado por Samuel e banda, com participações especiais dos intérpretes de escolas de samba de Juiz de Fora, entre eles Zezé do Pandeiro, Paulinho Jalão e Serginho Tijucano, e com um show a parte do Rei do carnaval de Juiz de Fora interpretando músicas de Tim Maia e sambas enredos de escolas de samba do Rio de Janeiro.

    O serviço de bar foi realizado pelo buffet Henrique Palhares.

    A cobertura do evento foi realizada pela coluna Caca Salermo e pelo programa Gente e Empresa.

    A primeira sequência de fotos dão os registros.



























  

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Isauro nomeia Marcello Siqueira como seu assessor

Empossado deputado estadual no último domingo, Isauro Calais (PMN) nomeou Marcello Siqueira para o o cargo de auxiliar técnico executivo I de seu gabinete na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Ex-parlamentar federal na legislatura 2003-2007 pelo PMDB, Marcello é pai do prefeito Bruno Siqueira (PMDB), que apoiou Isauro nas eleições de outubro passado. O ex-vereador ressalta que a escolha foi feita com bases em aspectos políticos e técnicos. “É uma honra ter a oportunidade de contar em minha equipe com uma pessoa que já foi deputado federal, diretor do Banco de Crédito Real, presidente de Furnas e da Copasa e diretor presidente da Cesama. Um quadro com essa bagagem vai nos ajudar muito na elaboração de projetos e nos trabalhos pela retomada do desenvolvimento econômico da Zona da Mata. De certa forma ele já fez isso durante minha campanha, quando me acompanhou por semanas, sugerindo ideias e propostas”, afirmou o estreante no Legislativo estadual, que lembrou ainda que Marcello também exerceu assessoramento parlamentar para Itamar Franco, quando o ex-presidente ocupou uma cadeira no Senado, em 2011.
Isauro reforça ainda que a escolha teve cunho pessoal, sem qualquer tipo de interferência de Bruno. “Quem dera eu pudesse ter em minha equipe mais pessoas com a capacidade do Marcello? Cheguei a consultar o prefeito para saber se o Marcello estaria disponível para o desafio, e o Bruno me orientou a conversar diretamente com ele. Foi um convite pessoal. Gostaria de tê-lo em meu gabinete por sua experiência. Ele chegou a relutar um pouco, mas se sentiu feliz e está disposto a contribuir.” O deputado estadual afirmou que o perfil da escolha foi o mesmo para outros nomes. “Busquei quadros qualificados, exemplo parecido é o do Lúcio Heleno (Moreira, nomeado para o cargo de Moreira para o técnico executivo de gabinete), com quem trabalhei e foi meu chefe na Defensoria Pública. São quadros de qualidade, que vão nos ajudar muito a cumprir um bom mandato na Assembleia.”
23 assessores
A maior aproximação entre Isauro e Marcello Siqueira ocorreu durante o último processo eleitoral, quando o ex-deputado federal teve participação ativa na campanha do então vereador por Juiz de Fora. Situação muito semelhante ocorreu nas eleições municipais de 2012, quando Isauro foi uma das primeiras lideranças políticas fora do PMDB a declarar apoio à candidatura de Bruno – então ocupante de uma cadeira na ALMG – à Prefeitura. De lá para cá, o agora deputado estadual foi uma das principais vozes de defesa do atual chefe do Executivo municipal na Câmara, o que o credenciou como o “candidato do prefeito” no pleito passado. Aos 76 anos, Marcello terá jornada de oitos horas e deve se dividir entre trabalhos técnicos e a articulação política em Belo Horizonte, onde mantém boas relações com o vice-governador Antônio Andrade, secretários estaduais e diretores de estatais, e nas bases, principalmente, em Juiz de Fora e na Zona da Mata.
Segundo informações da ALMG, cada deputado estadual tem direito a nomear até 23 assessores de gabinete, com a contratação e o pagamento dos vencimentos de responsabilidade do Legislativo estadual. Existem 74 níveis salariais para estes servidores comissionados. Cada deputado tem um total de 275 pontos destinados ao pagamento de servidores, e cada ponto vale R$ 282,54 (total: R$ 77.698,50). A maior remuneração é do cargo de chefe de gabinete, com vencimentos de R$ 11.247,22 por oito horas diárias. Os salários pagos para a função de auxiliar técnico executivo I variam entre R$ 8.812,47 (oito horas) e R$ 4.406,23 (quatro horas).
http://www.tribunademinas.com.br/isauro-nomeia-marcello-siqueira/

Aldemir Bendine, do Banco do Brasil, é o novo presidente da Petrobras

O nome foi uma surpresa para o mercado, mas uma escolha correta de Dilma

da Redação
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O atual presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, vai assumir o comando da Petrobras, no lugar de Graça Foster, que renunciou ao cargo em meio ao desgaste provocado pelas denúncias de corrupção investigadas pela Operação Lava Jato.
A escolha do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, para a presidência da Petrobras foi o primeiro grande acerto do segundo mandato do governo Dilma Rousseff. Anunciado nesta sexta-feira, o nome de Bendine significa a retomada da credibilidade para uma companhia ferida por incontáveis denúncias de corrupção.

Funcionário de carreira do Banco do Brasil, com 37 anos de serviços prestados à empresa, Bendine ocupava o principal posto da instituição desde 8 de abril de 2009, quando foi indicado pelo presidente Lula. Na oportunidade, Bendine recebeu a missão de reduzir os juros do banco e aumentar o volume de crédito – foi bem-sucedido nos dois casos.

Nascido em Paraguaçu Paulista (SP), este executivo de 51 anos entrou no Banco do Brasil como estagiário, mas ascendeu rapidamente na empresa. Antes de se tornar presidente, liderou as diretorias de Cartões, Varejo e Novos Negócios. Sob seu comando, o Banco do Brasil passou a ser um dos mais rentáveis do País. Entre 2009 e 2013, o volume de financiamentos dobrou de R$ 320,7 bilhões para R$ 692,9 bilhões, enquanto o total de ativos saltou de R$ 708 bilhões para R$ 1,3 trilhão.

Ns últimos anos, o BB, que manteve a liderança em setores que já dominava, como o agronegócio, passou a atuar em novos mercados, como o de crédito imobiliário, e expandiu sua atuação no segmento de cartões. Em 2013, Bendine fez ainda a maior abertura de capital do mundo, captando R$ 11,47 bilhões no IPO do BB Seguridade. Sob Bendine, o BB não só proporcionou resultados ao governo como passou a competir em condições de igualdade com o mercado privado.

Na Petrobras, Bendine terá amplos desafios pela frente. Nos últimos meses, a empresa, então dirigida por Graça Foster, viu suas ações ruírem, diretores serem presos e até processos abertos no Exterior. Agora, a petrolífera abre um novo caminho com a chegada de um executivo de carreira sólida e com resultados consistentes para apresentar.

A Escolha
O Planalto teve menos de 48 horas para escolher o novo presidente da estatal, depois de Graça Foster e outros cinco diretores formalizarem o pedido de renúncia dos cargos, na quarta-feira, 4.

A presidente Dilma Rousseff já havia sinalizado a troca atual diretoria, mas a troca só ocorreria após a aprovação do valor perdido em razão dos desvios na estatal. A companhia divulgou o último balanço financeiro sem essa informação.

Bendine teve seu nome cotado para assumir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho, também chegou a ser cotado para a vaga.

O nome de Bendine foi uma surpresa para o mercado. O executivo foi presidente do Banco do Brasil e membro do Conselho de Administração da instituição. É bacharel em administração de empresas e cursou MBA em Finanças e em Formação Geral para Altos Executivos. No Banco do Brasil, também atuou como vice¬presidente de varejo e distribuição, secretário executivo do Conselho Diretor e gerente executivo da diretoria de varejo da área de cartões, entre outros. Outro ex-executivo do Banco do Brasil, Ivan Monteiro, também vai integrar o corpo de diretores da petroleira.
Bendine será substituído por Alexandre Abreu
O vice-presidente de negócios de varejo do Banco do Brasil, Alexandre Corrêa Abreu, vai assumir a presidência da instituição no lugar de Aldemir Bendine, que foi escolhido para comandar a Petrobras, segundo apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. O nome de Abreu estava sendo cogitado para o cargo juntamente com o do ex-secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Caffarelli, que também já foi do BB.

Para o cargo de Ivan Monteiro, atual vice-presidente de gestão financeira e de relações com investidores, ainda não foi escolhido um substituto, segundo fonte. Ele deve assumir a diretoria financeira da Petrobras, conforme apurou o Broadcast.

O Banco do Brasil divulga seu resultado do quarto trimestre no dia 11 de fevereiro e encerra a temporada de balanços dos grandes bancos. Conforme a média de cinco casas consultadas pelo Broadcast (Goldman Sachs, BofA, Safra, UBS e uma casa que não quis ser citada), a instituição deve anunciar lucro líquido ajustado, que desconsidera efeitos não-recorrentes, de R$ 2,884 bilhões no último trimestre do ano passado. Caso o montante seja atingido, será 19% maior ante R$ 2,424 bilhões registrados um ano antes. Procurado pela reportagem, o Banco do Brasil não quis comentar o resultado.
http://www.istoe.com.br/reportagens/403611_ADEMIR+BENDINE+DO+BANCO+DO+BRASIL+E+O+NOVO+PRESIDENTE+DA+PETROBRAS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Anvisa suspende venda e uso de dois antibióticos fabricados pela EMS

Anvisa proíbe venda de amoxicilina e rifamicina da marca EMS

 Foto: Divulgação
Extra

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda e o uso dos antibióticos amoxicilina e rifamicina fabricados pela empresa EMS S/A. As determinações foram causadas por descumprimento de requisitos das normas sanitárias.

Foram proibidas a distribuição, comercialização e uso de todos os lotes da amoxicilina + clavulanato de Potássio 50 Mg/ML + 12,5 Mg/ML Pó Para Suspensão Oral, fabricados a partir de fevereiro de 2013. Além disso, a empresa terá que interromper a fabricação do remédio usado no tratamento contra infecções diversas e recolher os estoques existentes no mercado.

A decisão foi tomada após a constatação de que o medicamento estava sendo fabricado com excipiente — substância presente nos medicamentos para dar características como volume, forma e consistência ao produto — diferente do que foi aprovado pela agência reguladora. Além disso, os testes mostraram o uso de um insumo farmacêutico que estava sendo sintetizado de forma diferente do que consta no registro do remédio.

Segundo a Anvisa, essas mudanças, que não foram autorizadas, podem alterar o resultado final do produto. As medidas foram tomadas depois de uma inspeção realizada pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias do Estado de São Paulo e do município de Hortolândia.

Já a rifamicina 10 mg/ml teve a fabricação suspensa depois que o laboratório aumentou o tamanho do lote em 10 vezes sem aprovação da Anvisa. O antibiótico é utilizado em diversos casos, como em curativos e no tratamento de ferimentos e queimaduras.


http://extra.globo.com/noticias/economia/anvisa-proibe-venda-de-amoxicilina-rifamicina-da-marca-ems-15249388.html#ixzz3Qsz9LoU6

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Acidente aéreo em Taiwan mata pelo menos 12 pessoas

04/02/2015 | 03h58
Pelo menos 12 pessoas morrem em queda de avião em Taiwan Reprodução/Reprodução
Em vídeo registrado na ponte Nanhu, há o registro do avião virando e colidindo a asa contra a estradaFoto: Reprodução / Reprodução
Pelo menos 12 pessoas morreram após a queda de um avião da TransAsia em Taiwan, conforme a CNN. O voo levava 53 passageiros e cinco tripulantes. 

A queda aconteceu (pouco após) após o avião sair do Aeroporto Taipei Songshan. O voo ia em direção a ilha de Kinmen. Em vídeo registrado na ponte Nanhu, há o registro do avião virando e colidindo a asa contra a estrada, antes de cair no Rio Kellong.
Assista ao vídeo no endereço abaixo:
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2015/02/pelo-menos-12-pessoas-morrem-em-queda-de-aviao-em-taiwan-4693725.html

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Folha: Dilma decide substituir Graça Foster


Segundo o site do jornal, presidente da Petrobras já foi informada pelo Palácio do Planalto de que será substituída. Petista, que resistia a atender a pedido de Graça para deixar o cargo, decidiu fazer a troca após confusão em balanço da empresa.

A presidente Dilma Rousseff mudou de ideia e decidiu tirar Graça Foster da presidência da Petrobras, informa a Folha de S.Paulo. Segundo o site do jornal, Graça já foi informada pelo Palácio do Planalto que deixará o comando da estatal em meio à maior crise de sua história. Ela mesma já havia pedido para sair outras vezes, mas sempre havia esbarrado na negativa da presidente.
De acordo com a repórter Natuza Nery, Dilma reviu sua posição após ser divulgado que a Petrobras chegou a estimar em R$ 88,6 bilhões a baixa em seus ativos por causa da corrupção e da ineficiência no planejamento e na execução de projetos. Embora o cálculo tenha ficado de fora do balanço, a simples remissão ao assunto foi considerada um “tiro no pé” da diretoria.
Ainda segundo a Folha, Dilma está preocupada com o estado psicológico de Graça, abalada com as denúncias envolvendo a estatal. O governo ainda não decidiu o nome do substituto da executiva.
A coluna Painel, do mesmo jornal, informa que o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, esteve em São Paulo ontem sondando nomes para o cargo. O ex-presidente do Banco Central no governo Lula Henrique Meirelles é um dos cotados.
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/folha-dilma-decide-substituir-graca-foster/

Câmara de Juiz de Fora dá posse a Leo de Oliveira


O comunicador Leo de Oliveira é o mais novo vereador da Câmara Municipal de Juiz de Fora. Ele tomou posse nesta segunda-feira (02/02) como representante do PMN, ao assumir a vaga aberta com a condução de Isauro Calais a deputado estadual. Leo apresentou diploma de primeiro suplente, declaração de bens e prestou compromisso conforme o artigo 5º, parágrafo 6º, do Regimento Interno:

“Prometo cumprir a Constituição da República, a Constituição do Estado de Minas Gerais, a Lei Orgânica do Município de Juiz de Fora e o Regimento Interno da Câmara Municipal, respeitar as leis, desempenhar com retidão o mandato que me foi confiado e trabalhar pelo progresso do Município e pelo bem-estar do povo”. Em seguida, assinou livro de posse, subscrito por todos os vereadores presentes.

Em seu discurso, Leo de Oliveira não fez promessas, preferiu se comprometer a trabalhar”. Reconheceu a enorme responsabilidade no cargo e se dispôs a contribuir “com harmonia, espontaneidade e respeito ao outro”. Agradeceu à sua família e ao ex-prefeito Custódio Mattos - a quem citou como “grande orientador de sua campanha”. Ainda se apresentou como novo representante dos comunicadores, radialistas, citando vários que já passaram pela Câmara, como Helena Bittencourt, Paulo Emerick e Francisco Canalli.

O novo vereador foi saudado e recebeu as boas vindas dos demais. Todos usaram a palavra para manifestar a certeza de que desenvolverá um trabalho em favor dos juiz-foranos e do município e se dispuseram a realizar ações conjuntas.

Mesmo antes de decidir assumir a política como meio de transformação da sociedade, Leo de Oliveira já acompanhava o que acontecia no meio. Assessorou homem públicos e ocupou o cargo de secretário de Educação, Turismo, Propaganda e Assistência Social, em Caxambu, Sul de Minas. Esteve a frente de uma equipe de 800 pessoas, responsáveis pela recuperação e restauração de prédios públicos e criou o Festival Nacional de Cinema daquele município, um grande evento que reuniu centenas de profissionais entre atores, produtores e cineastas de todos os pontos do país.

Como jornalista provisionado atuou no Jornal das Estâncias em Caxambu, no extinto Diário Mercantil e também na Tribuna de Minas, além de ter sido repórter e secretário de redação do antigo Correio da Mata. Tem passagens pela rádio de Conselheiro Lafaiete e por Vitória, no Espírito Santos. Em Juiz de Fora trabalhou nas rádios Solar, Capital e Nova Cidade. Atualmente encontra-se na Rádio Globo AM.

A cerimônia de posse foi acompanhada pela esposa, filhas, entre outros familiares, além de amigos e ouvintes. A Prefeitura se fez presentes por meio de José Sóter de Figueirôa, Maria Luiza de Oliveira Moraes e Paulo Gutierrez. O Juiz José Armando, promotores, representantes da Guarda Mirim, entre outros, também estiveram no evento.

http://www.camarajf.mg.gov.br/noticias.php?cod=7482

FRANCISCO CANALLI SE DESPEDE DA SECRETARIA DE ESPORTE E LAZER

Quero aqui expressar e prestar minha gratidão ao Prefeito Bruno Siqueira pela oportunidade que me foi concedida nestes 2 anos a frente da Secretaria de Esportes e Lazer!

Agradecer aos meus fiéis amigos colaboradores da SEL!

Ao Sub-secretário Claudio Dias, Aos Chefes de Departamento Abemar Tadeu, Flávio Villela e Ricardo Wágner! Aos Coordenadores de Projetos Dirceu Falce e Giancarlo Castegliani, secretárias Mirtes e Leila e ao José Carlos de nossa assessoria. A todos os Supervisores e demais professores e funcionários da Secretaria de Esportes.

Muito obrigado a todos os colaboradores que acreditaram em nossas ações que foram muitas!

Nestes dois anos conseguimos avançar muito positivamente para o bem do povo de Juiz de Fora!

Colocamos o Ranking de Corridas de Rua de JF em destaque no Circuito Mineiro!

Estruturamos o JF Lazer atendendo mais de 5000 pessoas mês!

Criamos o JF Paralímpico onde descobrimos e apoiamos diversos atletas com destaque nacional em competições! 120 Atletas Paralímpicos!

Criamos o Geração Campeã colocando em foco vários novos atletas nas diversas modalidades. 

8 Núcleos com 1500 atletas!
14 Núcleos de Caminhadas para idosos!
19 Núcleos de Ginástica!
15 Núcleos de Hapkido, Ginástica Olímpica Futsal e Basquete!
8 Núcleos de Natação e Hidroginástica!

O retorno do BOM DE BOLA! Hoje são 22 núcleos mudando a vida de várias crianças e adolescentes de nossa cidade.

Em média 13.000 pessoas sendo atendidas por mês com nossas atividades!

Em Brasília com o Ministro Aldo Rebelo, através do hoje Deputado Wadson Ribeiro conseguimos 1,5 milhão para a tão sonhada reforma do Mário Helênio, fato inédito em 25 anos de existência do nosso estádio! Troca da Grama, reforma e modernização dos vestiários com Hidromassagem e tc.., 12 novas e modernas cabines de imprensa com ar refrigerado, monitoramento completo trazendo maior segurança para as famílias em nossa arena e Placar Eletrônico!

Ainda no estádio, ampliamos o sinal de internet, criamos espaços para deficientes físicos, criamos a sala de Imprensa, o Centro de Atendimento Médico, proporcionando a presença de clássicos nacionais e o retorno de grandes clubes em nossa cidade, Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo.

Conseguimos ainda em Brasília o recurso para a construção da nova pista de Skate ao lado do estádio, 250.000 reais.

Em uma de nossas visitas ao Ministério do Esporte garantimos 2 Milhões e 200 mil reais para o Programa Segundo Tempo. (40 Núcleos com três modalidades). Em Novembro assinamos o Pacto e recebemos o depósito em Dezembro de 2014! Mais uma grande conquista para nossa cidade!

Ainda conseguimos o Programa PELC (Esporte e Lazer do Ministério do Esporte) no valor de 860.000 reais que aguarda apenas a pactuação.
 
Gostaria de destacar a reforma da Secretaria de Esportes em um período difícil para a nossa Administração. Sem recursos naquele momento, mas com o apoio de parceiros e dos próprios funcionários da secretaria, conseguimos transformar o prédio antes condenado, em um ambiente digno para atender nosso esporte local. Nunca esquecerei tamanha dedicação e amor ao Esporte!

Saio de cabeça erguida e lembrando parte de um texto bíblico em segunda Timoteo 4, 7(Combati o bom combate, não encerrei a carreira, mas guardei a Fé!)

Saio com a consciência do dever cumprido!!!

Obrigado meu Deus, obrigado Prefeito Bruno, obrigado amigos irmãos da Secretaria de Esportes e Lazer de Juiz de Fora!

E vamos para mais um grande desafio, Secretaria de Agropecuária e Abastecimento!

Francisco Canalli

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

PROGRAMAÇÃO DO BLOCO TÔ NO VERMELHO


Dia 5 de fevereiro esquentando os tambores no baile.


Entrega de camiseta - R$15,00 e CD - R$ 5,00.





Dia 09 de fevereiro: segunda-feira - Desfile 



Concentração : Rua Halfeld entre as ruas  Batista de Oliveira

e Getúlio Vargas - 19h

Desfile subindo o Calçadão até o Parque Halfeld : 20h

PAGODÃO DOS CLUBES ENTREGA CAMISAS PARA O DESFILE 2015

No último domingo, 01 de fevereiro, no clube Marianinho, a diretoria do bloco Pagodão dos Clubes reuniram familiares e amigos para a distribuição das camisas para o desfile no carnaval de Juiz de Fora 2015.

A tarde foi animada pelo amigo Edimar.

As fotos dão o registros.






ANIVERSÁRIO DE AMIGOS - 02 DE FEVEREIRO

Guilherme Barros

Alexandra Nicolato


Dilma e PT viram alvo em festa de Cunha com baixo clero

POR BRUNO BOGHOSSIAN

“Foi um fracasso retumbante do time do Freddie Mercury e do Pepe Legal”, dizia aos risos um cacique do PMDB na mansão do Lago Sul, em Brasília, que recebeu a festa da vitória de Eduardo Cunha (RJ) na eleição para a presidência da Câmara. O esporte preferido dos peemedebistas na noite de domingo (1) foi fazer piada com a articulação política de Dilma Rousseff.

Os alvos eram os dois principais ministros da cozinha do Palácio do Planalto, que trabalharam pela candidatura de Arlindo Chinaglia (PT-SP) –segundo colocado, com quase metade dos votos de Cunha. Aloizio Mercadante (Casa Civil) era Freddie Mercury, vocalista bigodudo da banda Queen. Pepe Vargas (Relações Institucionais) virou Pepe Legal, desenho animado que estrelava um cavalo atrapalhado, que às vezes atirava no próprio pé.

O novo presidente da Câmara foi saudado por colegas de legenda e outros aliados, mas Michel Temer (PMDB) não apareceu. “Achamos que não era o momento”, disse um amigo do vice-presidente, em referência à rusga entre Cunha e o poder Executivo.

Mas cinco dirigentes de partidos estiveram por lá, quase todos pequenos. Os maiores caciques eram Marcos Pereira, do PRB de 21 deputados e do Ministério do Esporte, e Pastor Everaldo, comandante dos 12 parlamentares do PSC. Coincidência ou não, ambos são líderes evangélicos –assim como Cunha.
Everaldo se sentou em uma mesa perto da família de Cunha. No fundo do salão, estavam Levy Fidelix (PRTB), Daniel Tourinho (PTC) e Renata Abreu (PTN). As três siglas têm, juntas, sete deputados na Câmara.
Enquanto circulava, o presidente da Câmara dedicou um bom tempo às queixas dos partidos nanicos. Copo de uísque na mão direita, Levy Fidelix vociferava contra o também diminuto PT do B, o ausente Luis Tibé.
“Ele é traíra! Queria f… a gente, vá pra China! A gente queria fazer um grupo para apoiar o Eduardo e ele tentou vender a gente pro governo em troca de carguinho!”, reclamava o ex-presidenciável.
Fidelix carregava no bolso do paletó um documento que provava que ele havia tentado aderir à candidatura de Cunha. O presidente do PRTB quer formar um bloco com outros partidos nanicos e conquistar o comando de uma comissão da Câmara.

No jardim, dois tucanos ficaram a noite toda em silêncio –duas aves de bico amarelo, presas em uma gaiola. Aécio Neves e seus correligionários nem chegaram perto da festa, apesar de dirigentes do PSDB terem comemorado a vitória de Cunha como gol em Copa do Mundo.

“É o início do fim do ciclo do PT”, disparava o deputado Danilo Forte (CE), candidato a líder do PMDB.

“O Pepe achou que era o cozinheiro do Congresso, mas vai ter que servir cafezinho”, disse outro peemedebista. “A grife do PT não anda muito vendável na praça”, completou um cacique.
Cunha adotava um ar republicano. “Eu não impus derrota nenhuma ao governo. Foram eles que se derrotaram”, afirmou.
Até o início da madrugada, o presidente dizia não saber se o Palácio do Planalto havia telefonado para comentar o resultado da eleição. “Fiquei sem bateria no celular. Não sei se alguém ligou.” Arlindo Chinaglia o procurou por volta das 22h. Telefonou para o gabinete, que transferiu a ligação para o celular do motorista de Cunha.
Depois de circular pelo salão por mais de uma hora, o novo presidente só conseguiu jantar à meia-noite. Dono da festa, não precisou pegar a fila: por trás da mesa do bufê, pediu que lhe servissem um pouco de talharim com tiras de filé mignon. “Eu vou tomar um vinhozinho, mas ali na mesa”, avisou ao garçom, que correu para providenciar uma taça de tinto.

Nem assim conseguiu jantar em paz. Enquanto comia com a família, ouvia cochichos de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ex-ministro de Lula, que se sentou na cadeira ao lado e se curvava para falar em seu ouvido.

Cunha foi embora depois de 1h da manhã. Às 10h, teria seu primeiro compromisso institucional como chefe de poder, ao lado de Ricardo Lewandowski na abertura do ano judiciário no Supremo Tribunal Federal.

http://painel.blogfolha.uol.com.br/2015/02/02/dilma-e-pt-viram-alvo-em-festa-de-cunha-com-baixo-clero/

Eduardo Cunha, o PT e a "bomba" do orçamento impositivo

Para o PT, pior do que ser obrigado a executar as emendas individuais é pagar R$ 75 bilhões das emendas de bancadas

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Eduardo Cunha comemora vitória na Câmara


A eleição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara foi considerada uma “catástrofe” para os petistas. Enquanto o peemedebista comemorava a ampla vitória – 267 votos contra 136 de Arlindo Chinaglia (PT-SP) –, os parlamentares do PT se reuniam em pequenos grupos para definir estratégias para barrar uma pauta bomba: o orçamento impositivo para emendas de bancada.

O orçamento impositivo para as emendas individuais é uma realidade que o governo teve que aceitar. Para este ano, o custo das emendas nominais é de R$ 9,7 bilhões. Em tempos de austeridade, o governo não pretendia ver a despesa fixada no orçamento. Mas pior do que ser obrigado a executar as emendas individuais é pagar R$ 75 bilhões das emendas de bancadas. “Nós vamos ter que conversar mais, pegar cada petista e dar um banho de paciência. Catástrofe pior do que esta foi o que Mahatma Gandhi enfrentou na Índia. Quando ele (Cunha) colocou este assunto do orçamento impositivo das emendas de bancada, assustou muito”, afirma o deputado Sibá Machado (PT-AC), que será o novo líder do PT na Câmara.

Ao deixar a Casa, Chinaglia não escondia estar atônito com o resultado. Em entrevistas, falou sobre posicionamento do partido na Mesa, ignorando que a derrota de seu bloco deu ao grupo que apoiou Eduardo Cunha os principais cargos da direção da Câmara e o poder de indicar as presidências das comissões. “Nós não temos vagas na Mesa”, interpelou o deputado Henrique Fontana (PT-RS), explicando a Chinaglia que a derrota para o PT havia sido total.

*Por Josie Jeronimo
http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/402752_EDUARDO+CUNHA+O+PT+E+A+BOMBA+DO+ORCAMENTO+IMPOSITIVO

Outras ideias com Carlos Guedes

Quando fala de si, você começa por “eu”. Carlos Guedes não. Ao longo de seus 63 anos, usou e continua a usar o “nós”. Ele vive no plural, mas tem sido obrigado a conjugar o singular. Desde que o irmão Júlio se foi, em 21 de dezembro passado, ele sente as dores de ser só um. “Nascemos praticamente grudados. Saí na frente e, em quatro minutos, chegou ele. Tudo o que um sentia, o outro captava. Éramos cúmplices. Nossa vida era uma só. Nosso dinheiro era um só e fazíamos tudo juntos”, emociona-se. “Ainda estou muito chocado com a morte do Júlio. Meu coração foi partido ao meio. Estou em busca de me encontrar”, completa. “Júlio era meu irmão, meu amigo, meu amante, meu tudo.”
Gêmeos univitelinos, Carlos e Júlio foram educados desde muito pequenos para manterem-se unidos, sempre um ao lado do outro, numa formatação que toda a cidade fortaleceu. Os irmãos reconhecidos pelo carnaval também eram vistos como um só. Sozinho em uma grande casa no Bairro Bandeirantes, Carlos acostuma-se com os novos dias. Nascidos em Juiz de Fora, no dia 19 de fevereiro (que ele diz, nunca mais será comemorado), moraram no Bairro Francisco Bernardino, depois em São Mateus, em mais de cinco ruas, depois no Mariano Procópio, até se fixarem, ao lado dos quatro irmãos, na casa onde se espalham fotos dos dois. Também estudaram em mais de cinco colégios e desfilaram por mais de cinco escolas. A vida de ambos sempre foi superlativa, tanto que chegaram, também juntos, aos 162 quilos. Aos 23 perderam os cabelos e com 40 anos começaram a engordar. “Fomos acomodando. A genética da família é essa. Pensávamos: Se você tem quem te ama, tem casa, tem tudo, para quê a vaidade? Nunca tivemos complexo com isso. Nos achávamos bonitos”, conta.

Corpo e alma

Desde a infância, quando os gêmeos brincavam num velocípede para dois lugares e cantavam no coral da Igreja São Mateus, tudo foi compartilhado, até o sofá na sala que dividiam quando Júlio enfartou e se despediu. “Sempre estudávamos juntos e até os 12 anos andávamos iguaiszinhos. Crescemos e começamos a vestir diferente, mas, de vez em quando, ainda aparecíamos com roupas iguais. O guarda-roupa sempre foi o mesmo. Minha mãe falava que um era a alma e outro o corpo”, lembra ele da matriarca que morreu no mesmo dezembro, de 2013, e teve as gestações de outras três duplas de gêmeos interrompidas. Em 1968, aos 18, os dois conheceram a folia. “As Domésticas de Luxo começaram a ensaiar no Colégio Bicalho. Tínhamos um amigo que nos chamou para o ensaio e acabamos convidados para ser destaque do bloco. Não paramos mais”, recorda-se Carlos.

Sovaco de cobra

Como tudo na vida dos dois, a paixão pelo carnaval também era explicada pela genética. “Nosso pai era da época do bloco Sovaco de Cobra, quando os homens se vestiam de bailarina, com réstias de cebolas nas tranças, e saíam pela Rua Halfeld”, pontua. Por décadas, os irmãos desfilaram e trabalharam para diferentes escolas de samba da cidade e da região. “Nos anos 1970, éramos ‘vendidos’ como jogador de futebol. Por oito anos saímos na Juventude Imperial e ganhávamos da linha para a fantasia à água mineral durante o desfile. O Zé Kodak (mais que um amigo, um irmão), depois, nos ‘comprou’ para o Turunas, e eu ganhei a fantasia e um dinheiro que ele dizia que era ‘o do picolé para a praia depois dos desfiles’. Em seguida, fomos para o Ladeira desfilar no enredo ‘Fábulas fabulosas de um rio fabuloso’, onde éramos a pororoca e não a pururuca, vestidos de rumbeiras, com maiô e as pernas de fora”, diverte-se ele, que depois foi para o Grizzu.

Eterna dinastia

Na década de 1990, a Prefeitura abriu um concurso para Rei Momo, e Júlio acabou sendo nomeado para a função, que abraçou por 12 anos, e Carlos deu sequência por outros dois. Funcionário da Funalfa, Júlio participava de todos os preparativos. E Carlos também. Instrutor do Senac durante anos, ele acompanhava o irmão no trabalho. A instituição contratava um e ganhava o outro. Apesar de terem se formado contadores, os irmãos sempre viveram às voltas com festas. “Fomos uma imagem que todo mundo queria ver. E nós também queríamos ver e abraçar todos. Éramos dois, iguaizinhos, fazendo os mesmos gestos, de cabrocha, baiana, anjo, centurião, dama antiga, rumbeira, sempre em cima do salto. Éramos lindos”, brinca Carlos. Da folia, ficou marcado pelos “amores que valeram a pena, e a importância que tínhamos”. Dos próximos, não sabe. Ano passado, com Júlio já debilitado, foi sozinho ao bloco Pagodão e diz ter se sentido deslocado. “Não sei se vou, se devo ir este ano. Já pensei em fazer uma roupa de rei e ir para a rua, mas a verdadeira homenagem a ele é tudo o que vivemos, o amor que dei. A dinastia continua. E tenho certeza de que será a cada dia mais exaltada.”
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